domingo, 16 de novembro de 2008

1 de Dezembro dia da Independência!



O PNR, como habitualmente, sairá à rua em Lisboa para assinalar com um Acto Público a Independência Nacional que se encontra cada vez mais ameaçada.

No dia 1 de Dezembro, às 16 horas na Praça dos Restauradores; com desfile até ao Larco do Município, em frente à Câmara Municipal de Lisboa, onde haverá um discurso final e onde se entoará o Hino Nacional, estando o encerramento previsto para as 18.00 horas.

Para o PNR, a Independência Nacional é um dos pontos fundamentais da doutrina nacionalista e, por isso, uma das nossas principais causas. Junte-se a nós, neste Acto Público, para assinalar uma importante data da nossa História, cada vez mais ignorada pelos governantes e para demonstrar com actos, que lutamos sempre para nossa independência!

sábado, 15 de novembro de 2008

Sobre o Racismo e Xenofobia

Já todos sabemos como funcionam os 'associativistas' e políticos do negócio do anti-racismo: uma qualquer afirmação ou ideia que toque no assunto imigração é, antes de mais, xenofobia e racismo, e talvez crime. Nem importa saber o que se disse, concretamente, pois falar no assunto é 'discriminação' e mais nada. Acontece permanentemente com o PNR, já aconteceu com diversas pessoas dos mais variados sectores, aconteceu recentemente com Ferreira Leite. Não se pode tocar na palavra imigração, muito menos em imigrante, nem que seja para criticar o governo e não a própria imigração ou o sujeito. Nem sequer se pode criticar as políticas relacionadas, porque quem tem a única razão - e a lei do seu lado - é o governo e as associações racistas, ponto final. Há dias, uma notícia sobre imigração que citava os ditos 'associativistas do racismo', provocaria mais ondas de críticas se viesse de alguém não-alinhado com o governo. A frase, referindo-se ao processo de legalização de imigrantes, é de um comissário político da imigração: "os imigrantes que já trabalham e descontam deveriam ter prioridade, e não os de fora". Ora isto, na boca de José Pinto Coelho, seria inadmissível xenofobia, racismo, crime até. Deveria ser julgado em Monsanto e se colocado em cartaz imediatamente retirado. Sendo de um imigracionista, e vinda de quem vem, apenas revela o rídiculo em que caem estes sujeitos quando criticam quem pensa de maneira diferente da deles: afinal de contas, querer dar prioridade aos de cá, e não aos de fora, costuma ser racismo...

conteudo retirado de: http://terraportuguesa.blogspot.com/2008/11/sobre-o-racismo-e-xenofobia.html

Distribuição em Coimbra




Mais uma vez o PNR mostra-se activo e presente para combater o aumento da criminalidade que está a aumentar pelo nosso país.

Desta vez em Coimbra depois de os comerciantes da baixa, muito descontentes com o aumento da criminalidade contra o património, foram à sessão pública do executivo de Carlos Encarnação pedir ajuda para o grave problema que os atormenta.

O PNR não poderia ficar de braços cruzados face a esta situação e hoje os nacionalistas de Aveiro deslocaram-se a Coimbra para dar apoio na distribuição de panfletos contra a criminalidade.
Fomos muito bem recebidos pelos comerciantes e população, tendo algumas pessoas até ficando com mais panfletos para distribuir pelos amigos e familiares.

Para os interessados da zona de Coimbra aqui deixo os contactos.

Numero: 961488375
mail: pnrcoimbra@gmail.com

O nacionalismo não pára!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Recolha de Brinquedos


Com a aproximação do Natal o PNR, mais uma vez vai fazer uma recolha de brinquedos por todo o país, com o objectivo de poder angariar o máximo número de brinquedos possivel, para depois distribuir os presentes pelas associações infantis ou até ir com essas mesmas associações fazer a distribuição.

Em Aveiro já demos inicio á recolha, falando com conhecidos e espalhando a iniciativa com o objectivo de recolher o máximo de brinquedos possivel.

Motivo de paragem.

Tive uns problemas com o computador por isso lamento não ter podido postar mais mensagens, mas a partir de hoje o Blog volta ao activo.

cumprimentos

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Rádio ALFA!



radio-alfa.blogspot.com

A nova rádio nacionalista... que funcionará em horário fixo todas as quartas-feiras das 15:00 ás 17:30.
O resto dos dias é horário incerto.

Cumprimentos

sábado, 18 de outubro de 2008

Encontro de blogs nacionalistas




Está agendado para dia 29 de Novembro(sábado) um encontro de blogs nacionalistas, uma ideia de Alma Pátria, vai ser um encontro com o objectivo de trocar conhecimentos e experiências, mas também de convivio na região de Coimbra.

Interessados não se acanhem!

vão ao blog Alma pátria ou mandem um email para vitorramalho1@gmail.com

cumprimentos

PNR contra o reconhecimento de independência do Kosovo

O PNR, Partido Nacional Renovador, condena de modo inequívoco a decisão do governo português ao reconhecer formalmente o Kosovo, tornando-se o 48º país do mundo a aceitar o atropelo que constitui ao Direito Internacional a "independência" daquela província Sérvia, que a declarou unilateralmente no passado mês de Fevereiro.

O Governo de Portugal adopta uma posição de mera subserviência a poderes externos e, a reboque de interesses contrários às nações europeias, verga-se às políticas de facto consumado, ditadas exclusivamente pela força, que não da razão, e a objectivos imperialistas contra a vitimizada Sérvia.

Este reconhecimento envergonha o país e os portugueses, fere o direito a que os Estados se devem subordinar e abre a porta a todo o tipo de graves situações análogas, no futuro, a que Portugal ficará ligado por leviandade dos seus governantes.

Lembramos que o PNR foi o único partido político português que se solidarizou com a Sérvia, demonstrando-o em audiência solicitada ao Embaixador Sérvio em Portugal e também através de um acto público de rua que teve lugar em frente à Assembleia da República, acções estas que se consumaram poucos dias após a proclamação de “independência” unilateral por parte do Kosovo.


Comissão Política Nacional
7 de Outubro de 2008

( este foi o Cartaz que foi usado em Abril de 2008 para uma conferência do PNR acerca do assunto)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Associação "Terra e Povo - Portugal"

Disse que quando voltasse da Table Ronde, transmitiria uma novidade. Pois tenho desde já a honra de comunicar que foi oficialmente apresentada a Associação Terra e Povo, uma comunidade de combate cultural identitário em Portugal, inserida numa rede europeia de associações congéneres.

Fruto da vontade comum de vários interessados, a Associação Terra e Povo foi constituída este ano e desenvolvia já um trabalho preparatório de lançamento de vários dos seus projectos: publicações, conferências, acções de formação, entre outros. Uma associação que se quer activa no preenchimento de uma lacuna no combate cultural e metapolítico no nosso país, bem como no estreitamento de relações paneuropeias. Uma associação em defesa da nossa Terra e do nosso Povo.

Endereço electrónico: www.terraepovo.com
Correio electrónico: terraepovo@gmail.com

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A propósito da ameaça para retirar o cartaz do PNR.

Comunicados
O PNR foi informado hoje da intenção da Câmara Municipal de Lisboa, através do pelouro do vereador José Sá Fernandes, de retirar o cartaz de propaganda política deste partido afixado no dia 29 de Setembro de 2008 na Rotunda de Entrecampos.

Repudiamos veementemente essa medida discricionária e discriminatória e acrescentamos que:

- A CML não tem legitimidade legal para efectuar essa remoção por se tratar de propaganda política, e não comercial, que concorre directamente com os partidos representados naquela instituição;

- José Sá Fernandes não é Juiz, nem exerce essas funções, com legitimidade para ordenar a retirada de um cartaz de qualquer partido político português;

- A vertente política desta decisão é confirmada pelo facto dessa mesma ordem não ter sido dada relativamente ao cartaz do PCP, colocado a dois metros de distância do cartaz do PNR, o que demonstra que se trata de pura censura e não de motivos de estética ou outras;

- A censura política terminou, oficialmente, em 25 de Novembro de 1975, e José Sá Fernandes, apesar de representar ideias conotadas com o regime soviético, não tem o direito de usar os seus poderes públicos para instaurar oficialmente uma ditadura que apenas aceita as ideias com as quais concorda;

- Acresce que falta autoridade moral, ao "Zé que faz falta", para se pronunciar sobre a ética ou tomadas de posição do PNR, visto que é vereador numa Câmara super-endividada e assolada por problemas de corrupção, sobre os quais o PNR não tem qualquer tipo de responsabilidade, e problemas esses onde Sá Fernandes se viu envolvido por via do chamado "caso Bragaparques";

- Sá Fernandes devia dirigir as suas preocupações aos casos que mancham o bom nome da instituição que lhe paga o vencimento - os 20.000 euros mensais que custam o seu gabinete não é pouco - visto que, segundo notícias vindas a público, as situações de falta de ética ou moral - para não chamar criminosas - na atribuição de casas têm vindo a ocorrer há pelo menos 30 anos;

- Caso a ameaça de remoção do cartaz se concretize, o PNR vai agir judicialmente não só contra a Câmara Municipal de Lisboa mas também sobre os responsáveis por tal medida, por via da responsabilização dos titulares de cargos públicos, pois não devem ser os munícipes a arcar com as consequências dos actos irresponsáveis dos seus autarcas.

Lisboa, 6 de Outubro de 2008.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Novo Cartaz do PNR!



O PNR - Partido Nacional Renovador - lançou hoje, dia 30 de Setembro, um cartaz com o título "Imigração? Nós dizemos não!". No mesmo surge uma ovelha branca a erradicar outras ovelhas negras, representando cada uma delas um tema que o PNR considera as causas e consequências de certos cancros do nosso país: criminalidade, desemprego, baixos salários, multiculturalismo, fronteiras abertas e subsídio dependência.

José Pinto-Coelho considera que este cartaz "é mais uma pedrada no charco que serve para alertar consciências para aquilo que se passa em Portugal e que mais nenhum partido tem coragem de denunciar", acrescentando ainda que "vivemos um momento de crise profunda, com tendência a agravar, e no entanto os partidos do sistema andam entretidos a discutir casamentos gay e a projectar construções faraónicas".

Este cartaz vem na sequência daquele colocado pelo PNR em 2007, que desejava "boa viagem" aos imigrantes que cometem crimes, aos ilegais e aos subsídio-dependentes, e que foi na altura fortemente criticado por todos os partidos com assento parlamentar. Os partidos políticos, da esquerda à direita, pretendiam a sua remoção imediata pela Câmara de Lisboa. O Procurador Geral da República, Pinto Monteiro, referiu que os partidos políticos têm direito às suas opiniões.

www.pnr.pt

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Mais uma vez o PNR lança um novo cartaz, com uma mensagem forte e frontal sem esconder o que realmente defende aos portugueses.
A verdade está em cada canto das nossas ruas, o crime, o multi-culturalismo imposto nas escolas aos alunos, o desemprego... tudo isto começa a ser problema do dia a dia no nosso Portugal.
O PNR diz Basta!

Em 2009 vota PNR!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

As politicas e politicos da insegurança nacional


O Governo continua a demonstrar ser incapaz de dar resposta ao problema da criminalidade violenta - depois de semanas em que a comunicação social fez alarido de mortes e roubos. Nos últimos dias apenas se sentiu diferença na diminuição do número de casos noticiados mas, na verdade, nada mudou e nada foi feito em concreto para resolver eficazmente esse problema que alastra em todo o país.

A única medida anunciada pelo Governo, além dos disparates do sinistro Rui Pereira, foi a nomeação de um mega-comissário político de controlo da investigação criminal - adivinha-se que os políticos dos partidos do sistema continuem a ficar de fora dessas supostas investigações. Assistimos a meras operações 'stop', mas fortemente mediatizadas, para fiscalização de taxa de alcoolemia em que se aproveita para revistar os condutores à procura de objectos proibidos. Caso sejam encontrados, estes servem unicamente para engrossar a estatística do - aparente mas falso - controle da proliferação de armas ilegais.

A propósito de Rui Pereira, quem tem explorado a sua deficiente prestação é Paulo Portas, usando e abusando de falsas e demagógicas alusões à imigração e segurança. Sabe-se que essas sugestões, e não promessas em concreto, são atiradas para o ar apenas porque o CDS é oposição, e sabe-se também que, mesmo que fossem propostas, estas nunca seriam cumpridas por um Governo CDS. Isso ficou demonstrado quando Paulo Portas fez - efectivamente - parte do Governo PSD/CDS, altura em que supostamente começou o aumento exponencial da criminalidade violenta, e quando o liberal-capitalista Portas exigiu uma quota maior de entrada de imigrantes no nosso país, maior ainda que a proposta do próprio PSD.

A propósito de imigração, ainda esta semana foi noticiado o caso de um imigrante que, tendo cadastro por homicídio no Brasil, circulava livremente pelas nossas ruas, cometendo roubos e homicídios, mesmo depois de já ter sido condenado anteriormente também em Portugal. Como sempre, o Estado limitou-se a emitir um cordial pedido, por carta, onde se solicitava ao meliante que se ausentasse voluntariamente do nosso país. Acabou por ser detido por se descobrir que fora o autor de mais um homicídio de um comerciante português em Setúbal.

Com este tipo de política criminal, bem como com a actual Lei da Nacionalidade que promove a vinda de imigrantes para Portugal, não haverá esperança na resolução dos problemas mais graves do nosso país. Portugal precisa de políticas que defendam o Nacional, que coloquem os interesses dos portugueses acima de interesses partidários ou pessoais, e apenas o PNR se apresenta como força política com vontade e coragem de tomar as medidas urgentes e necessárias para um harmonioso desenvolvimento do nosso país.

fonte: www.pnr.pt

Em 2009 vota PNR!

domingo, 21 de setembro de 2008

PREC - Processo de Repressão em Curso -

PREC - Processo de Repressão Em Curso -

É uma analogia entre o mega-processo judicial contra 36 nacionalistas iniciado em 18 de Abril de 2007 e o período de repressão e perseguição política que se viveu após o 25 de Abril de 1974.

Esse processo é aquilo que pode ser apelidado de uma autêntica vergonha, típica de estados totalitários ou de não-direito, talvez o sonho de Sócrates e seus correligionários africanos!

Claro que essa ideia é muito subtil, e vai sendo ignorada por quase todos, incluindo políticos e comentadores, mas sobretudo pelos tecnocratas que se servem de questões técnicas para, isoladas de tudo o resto, proclamarem que a justiça segue o seu rumo, um rumo idêntico ao de um avião descontrolado, ou manipulado por controlo remoto, que transporta 36 passageiros sem direito a companhia aérea decente.

Um pequeno exemplo de terceiro-mundismo: os 12 arguidos aos quais foram aplicadas medidas de coacção a 18 de Abril de 2007 nem sequer um simples papel explicativo da sua situação tiveram direito a receber quando foram sujeitos a prisão preventiva ou domiciliária (ainda para mais uma exigência expressa na lei, que os arguidos devem receber cópia com detalhes sobre a hora, local, etc, dos crimes de que são suspeitos, sob pena de nulidade, para que possam a partir daí iniciar a defesa legal dos seus direitos).

Pelo meio, livros e revistas apreendidos, buscas ilegais a escritório de advogado, buscas na sede de um partido político, uma série de procedimentos que, apesar de típicos do Terceiro Mundo (onde nos parecemos inserir), eram até aquele dia inéditas em Portugal: alguém ouviu falar de buscas no Largo do Rato a propósito da máfia dos bingos brasileiros que financiavam o PS? Ou a propósito da detenção de um dirigente socialista suspeito de pertencer a uma rede pedófila? Ou a propósito da fuga de Fátima Felgueiras para o Brasil ou da morte de Sousa Franco num evento partidário do PS? Para usar um termo de comparação, lembra-se do caso dos polícias que foram a um sindicato apenas pedir informações sobre uma manifestação? Pois, deu azo a semanas de manchetes, a debates de comentadores e comunicados do Governo, mas sobre a rusga à sede do PNR, nada!

Entretanto, ávidos de acusar e condenar um grupo de pessoas que pensa e se expressa de maneira diferente do politicamente correcto instituído, o Estado arranja um colectivo especial para fazer o julgamento em regime exclusivo: três juízes e uma procuradora dedicados em exclusivo a acusar e discutir sobre determinada frase ou intenção ("pretendia", "afirmou", "escreveu", "pensava", etc). Já agora, quanto custa aos contribuintes um colectivo em exclusivo?

O julgamento começou com sessões diárias, durante dois meses, para se tentar terminar o julgamento antes de Mário Machado ser libertado, por força do novo CPP, como foram centenas de suspeitos de pedofilia, homicídios, tráfico de droga, raptos, etc., e assim manter a sua situação de prisão durante o julgamento e mesmo durante um hipotético recurso.

O Colectivo de Juízes, quando se apercebeu que tal não seria possível, fez o papel de justo e bom e decretou a libertação do Mário Machado, tratando-se no entanto de hipocrisia, pois o mesmo seria libertado daí a semanas e sem as actuais medidas de coacção restritivas da liberdade. Medidas essas que, à laia dessa alteração, passado mais de ano e meio ainda duram, sabendo-se que as mesmas nem a suspeitos de homicídio ou pedofilia são aplicadas (prisão preventiva seguida de proibição de se ausentar da freguesia de residência).

Entretanto, prosseguiram as sessões, dezenas de pessoas a ser ouvidas diariamente, tudo mantendo a aparência da normalidade tecnocrática em que se discute o assessório esquecendo o essencial, chegando-se ao fim da audição de todas as partes, incluindo Ministério Público, aguardando-se portanto a respectiva marcação da sentença.

Já depois disso, os advogados ainda requerem a extinção das medidas de coacção restritivas da liberdade, iniciadas a 18 de Abril de 2007, portanto já fora do prazo legal para aplicação das mesmas, tendo o Colectivo de Juízes respondido que não, que não tinha alterado as medidas anteriores mas sim aplicado novas, e portanto o prazo tinha começado a contar novamente.

Ou seja, com esta visão dos prazos da justiça, um arguido cujo julgamento demore 20 anos, pode ficar esses 20 anos com medidas de coacção restritivas da liberdade, bastando para tal que de seis em seis meses um juiz altere uma das suas vertentes, por exemplo mudando consecutivamente apresentações periódicas de diárias para semanais, e vice-versa, para assim manter essa situação indeterminadamente. Pelo mesmo princípio bastará, talvez, mudar um preso de estabelecimento prisional, para assim começar a contar nova duração da sentença...

Em relação a prazos, não esquecer ainda aquilo que se passou no dia de entrada em vigor do novo CPP, em que várias centenas de detidos preventivos e não-preventivos foram libertados por todo o país, com a excepção de Mário Machado, com a desculpa que, apesar deste ainda não ter sido notificado da acusação - motivo legal para ser libertado - esta já estava terminada, talvez na gaveta da Procuradora Cândida Vilar.

Talvez assim se possam violar todos os prazos legais em vigor em Portugal, basta que, não cumprindo um prazo, se diga que está em tempo útil visto o documento apesar de não ter sido entregue já tinha sido terminado numa qualquer data anterior à escolha do freguês (desde que o "freguês" tenha ligações ao Governo, como tem a amiga pessoal do maçon Rui Pereira, Cândida Vilar, a Procuradora responsável por essa falha não-admitida pelo Supremo Tribunal de Lisboa).

Depois de tanta correria, de acusações fora de prazo, de 'habeas corpus' recusados, de procuradoras aos gritos pelos corredores do TIC, desabafando que "os nacionalistas têm de pagar por aquilo que o meu pai sofreu", de colectivos especiais e exclusivos, de acusações infundadas e atabalhoadas, de aplicação inédita de medidas de coacção, de recursos na Relação simplesmente ignorados ou respondidos com gozo, chegamos a Julho, com as férias judiciais à porta e o julgamento já terminado, esperando então a leitura do acordão da sentença, o que normalmente aconteceria até final desse mês.

Puro engano, pois haveria nova sessão a meio de Agosto - e uma perto do final desse mês, depois de dois meses de sessões contínuas, para informar sobre alterações substanciais, ou não, da acusação - e também para não esgotar o prazo de validade de 30 dias da prova.

E, nessa segunda sessão de Agosto, o colectivo exclusivo informa que a próxima sessão só em Setembro, dia 12, onde então será anunciada a data de leitura do acordão. Ou seja, desde que terminou efectivamente o julgamento - com a audição de três dezenas de arguidos, duas centenas de testemunhas, mais as alegações de cada um dos trinta advogados e procuradora - até à leitura da sentença passou-se mais tempo do que durou o próprio julgamento!

Qual era a pressa afinal? A pressa era a não libertação de Mário Machado, detido preventivamente por ser suspeito (tal como outros 35) do artigo 240º do CP, o crime que pune o pensamento diferente, não por ter agredido, assassinado, ou violado menor, apenas por pensar e exprimir opiniões diferentes das aceites pelos tribunais de um regime dito democrático. Não são injúrias, são pensamentos, não são ameaças, são opiniões, não são agressões, são escritos.

A isto se referiu Marinho Pinto, insuspeito de simpatizar com as ideias de Mário Machado, e que depois de uma visita de duas horas às masmorras da PJ afirmou publicamente "não existirem motivos para a prisão de Mário Machado", invocando ainda a motivação política dessa decisão, tal como tinha feito Pacheco Pereira ou Joaquim Letria, outros insuspeitos do crime de ser nacionalista. Tal como protestaram centenas de cidadãos, que se manifestaram publicamente contra aquela situação, sobre a qual o PNR fez um outdoor exigindo a libertação imediata dos nacionalistas detidos à ordem da Nova Inquisição.

É que Mário Machado, ao contrário de José Sócrates, não deu guarida a responsáveis de Genocídio como Robert Mugabe, nem recebeu em sua casa suspeitos da morte de milhares de pessoas, como tem feito o Governo Português ao receber e negociar directamente com ditadores africanos, asiáticos ou sul-americanos. Será que o Governo, tal a manifesta desorganização, não deve ser considerado uma organização e, portanto, não está sujeito ao crime inédito no Mundo Civilizado, o tal do artigo 240º, que prevê pena até 8 anos de prisão?

Chega-se então ao dia 12 de Setembro, em que o bronzeado colectivo exclusivo anuncia a leitura do acordão da sentença para o dia 3 de Outubro, ou seja três meses depois de terminado o julgamento propriamente dito, que durou apenas dois meses, um mega-recorde em mega-julgamentos (que normalmente duram 3 ou 4 anos, ou mais, como o caso Casa Pia) conseguido à custa dos nacionalistas.

Nesse acordão adivinha-se muita jurisprudência internacional, muita citação de direitos humanos e coisas do género, visto que em Portugal o racismo criminal é coisa rara, sendo apenas "caso pontual" em localidades como a Quinta da Fonte, Quinta do Mocho ou Cova da Moura. Mas esses, incluindo os elementos de etnia africana e cigana que participaram numa autêntica guerra racial, com tiroteio em plena rua e transmitido na TV, nunca se vão sentar no banco dos réus acusados daquele maldito crime, que é usado pelo aparelho de Estado para perseguir politicamente - com a máscara criminal - aqueles que têm ideias diferentes dos cinco partidos do sistema.

Nem sequer vão, porque já é tarde, passar um ano e meio na prisão, ou com pulseira electrónica, por "serem suspeitos" desse crime previsto e punido com pena de prisão até oito anos (menos três que uma tentativa homicídio - veja-se o valor da vida humana nesta localização geográfica), mesmo contra a recomendação da União Europeia de, nos países onde ainda existir esse crime, reduzir para uma pena máxima de três anos!

É assim que, no final, os doutos representantes da Justiça Democrática, e seus acólitos, dirão que "se fez Justiça!", apesar da injustiça seguir cega desde o primeiro dia, no dia em que 60 pessoas, homens, mulheres e crianças, viram os seus domicílios invadidos e violados por agentes da Polícia Política que procuravam "livros, autocolantes e folhetos", e já agora uma arma se tiver por aí, que dá sempre jeito para a fotografia e o cabecilha do processo agradece.

Rui Pereira, enquanto director do SIS e do OSCOT, publicou um relatório onde dizia que «as dificuldades económicas que Portugal atravessa favorecem o discurso dos movimentos nacionalistas». Pelos vistos chegou a hora de pagar por esse "crime"!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Tu a quem chamo Camarada!




Tu a quem chamo Camarada


Tu que caminhas altivo
contra a corrente da maralha
tu que sentes ao longe
o cheiro podre da canalha

Tu que sentes nas veias
pulsar o sangue lusitano
e enches de orgulho o peito
ao olhar o oceano

Tu que sabes o que é
ser filho de Portugal
e te ergues revoltado
contra tudo o que está mal

Tu que olhas e vês
a tua gente empobrecida
e sentes o sangue ferver
por uma imensa raiva contida

Tu a quem chamo Camarada
e com quem partilho o meu fado
Jamais estarás sozinho
caminharei sempre a teu lado!

E juntos seremos tão fortes
como o relâmpago e a trovoada
seguindo vivos para ver um dia
a nossa terra libertada!!



Dedicada a todos os nacionalistas.

Seguimos vivos Camaradas !!!

Da autoria do utilizador "da_Silva" do forum nacional: www.forumnacional.net

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Crime!



As últimas semanas têm sido férteis em casos de criminalidade violenta, nomeadamente assaltos, sequestros e homicídios, que o Governo teima em ignorar ou negar. O Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, desdobra-se em comunicados e entrevistas onde tenta camuflar a gravidade da situação com um discurso ridículo e estafado.

A verdade é que os portugueses estão a ser vítimas, no seu próprio país, de bandos de criminosos que não se importam de matar e destruir a vida de terceiros a troco de alguns euros. O crime alastra a uma velocidade galopante e vivemos uma situação insustentável e sem paralelo na história recente do nosso país. Os partidos do sistema, culpados da situação, têm um discurso demagógico, populista ou securitário, que é usado para tentar disfarçar as suas políticas de destruição nacional.

É urgente reforçar e preparar melhor as nossas polícias, acabar com o sentimento de impunidade que alastra entre criminosos, agilizar e reforçar a aplicação da justiça, punir com serveridade os crimes contra as pessoas, repatriar os imigrantes que cometem crimes, e sobretudo acabar com o laxismo, preguiça e corrupção, reinante na classe política portuguesa.

Fonte: www.pnr.pt

sexta-feira, 25 de julho de 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008