As últimas semanas têm sido férteis em casos de criminalidade violenta, nomeadamente assaltos, sequestros e homicídios, que o Governo teima em ignorar ou negar. O Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, desdobra-se em comunicados e entrevistas onde tenta camuflar a gravidade da situação com um discurso ridículo e estafado.
A verdade é que os portugueses estão a ser vítimas, no seu próprio país, de bandos de criminosos que não se importam de matar e destruir a vida de terceiros a troco de alguns euros. O crime alastra a uma velocidade galopante e vivemos uma situação insustentável e sem paralelo na história recente do nosso país. Os partidos do sistema, culpados da situação, têm um discurso demagógico, populista ou securitário, que é usado para tentar disfarçar as suas políticas de destruição nacional.
É urgente reforçar e preparar melhor as nossas polícias, acabar com o sentimento de impunidade que alastra entre criminosos, agilizar e reforçar a aplicação da justiça, punir com serveridade os crimes contra as pessoas, repatriar os imigrantes que cometem crimes, e sobretudo acabar com o laxismo, preguiça e corrupção, reinante na classe política portuguesa.
Os portugueses tiveram hoje a oportunidade de ver nos telejornais uma cena bem elucidativa do estado de não-direito que se vive em diversos bairros problemáticos das principais cidades de Portugal.
Nada do que se viu é novidade ou inédito a não ser o facto de ter sido em pleno dia e registado em imagens.
Assim, os portugueses podem ver com os seus olhos o que são os tão apregoados “benefícios” da imigração, bem como a bomba-relógio resultante dos gangues surgidos a partir dessa tal imigração tão “vantajosa”.
Desta vez, e já que as imagens não permitem eufemismos ou branqueamentos, os portugueses puderam constatar que as ruas do nosso país são palco de tiroteios - que fazem lembrar Bagdade ou a Faixa de Gaza - entre grupos de pretos e de ciganos e não de “jovens” ou de “indivíduos”.
Portugal não pode permitir estes níveis de criminalidade organizada e fortemente armada, que põe em causa – quotidianamente – a segurança dos portugueses.
Só com as políticas defendidas pelo PNR no que respeita à imigração, nacionalidade, segurança e justiça, se pode inverter esta situação que se agrava a cada dia que passa.
O PNR, cada vez faz mais falta a Portugal!
Façam boa viagem!
Comissão Política Nacional 11 de Julho de 2008
Antes demais é preciso entender o que quer dizer esta citação "Basta de imigração". Esta citação foi impingida á população, como uma frase de caracter xenófobo, o que para os militantes do PNR foi motivo de descontentamento, pois foi mal interpretada. Neste momento e como os portugueses sabem, Portugal tem as suas fronteiras livres, ou seja entra quem quer e sai quem quer, quando quer, como quer e sem controlo.
O PNR entende que é necessário haver um controlo de entradas no nosso país, um controlo de fronteiras! Portugal é dos Portugueses, tem que controlar aqueles que entram no seu país, até para melhor orientação do mesmo. Ao contrário do que muitos pensam o PNR não se quer ver livre dos imigrantes, o PNR sabe que muitas pessoas, tal como os portugueses, imigraram para formar a sua vida, partem na busca de melhores condições. Devemos defender sempre o trabalho nacional, mas sabemos que muitos imigrantes já cá estão há muitos anos e o seu esforço não deve ser esquecido. O PNR combate sim a imigração ilegal!
Vejamos, neste momento, temos cerca de 500 mil desempregados, na sua maioria imigrantes, o que acham que estas pessoas irão fazer quando lhes faltar o sustento? Quando os seus bolsos estiverem vazios e a sua barriga vazia? Quando lhes faltarem os apoios??? Recurrerão ao crime! Mesmo contra a sua vontade. Se Portugal neste momento, em vez de usar os imigrantes para encher os bolsos e deixá-los entregues á sua sorte, soubesse por um limite ás suas entradas e apenas deixar entrar aqueles com trabalho assegurado e residência, até estariamos a colaborar com eles e mostrando preocupação no seu bem estar. Ser amigo do imigrante como o Sr.José Socrates diz, não é deixá-los entrar e entrar para depois ficarem á sua sorte... precisam de acompanhamentos, precisam de certezas. Usar o imigrante não é ser amigo dele!
Outro assunto que não poderei deixar passar é o facto de juntarem muitos imigrantes na mesma zona, como por exemplo um bairro social, a saber que são necessitados. Isso é como um convite á formação de gangs e de criminalidade que só irão perturbar a paz publica. De uma vez por todas o povo tem que dizer que a justiça merece ser feita!!
MAs não esqueçamos primeiro de tudo o Povo Português.
Antes de a preocupação partir para o imigrante, tem que haver a preocupação social nacional do povo Português. Que neste momento atravessa uma fase muitissimo má, resultado da crise internacional, que depois se manifesta na subida dos preços. Mas isso será outro assunto para se debater mais tarde, espero ter sido esclarecedor em relação ao sentido da frase "basta de imigração".
A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, entre tropas portuguesas comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça no centro de Portugal. O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos e o fim da crise de 1383-1385, e a consolidação de D. João I como rei de Portugal, o primeiro da dinastia de Avis. A propósito deste dia propomo-nos fazer um jantar nacionalista aqui em Coimbra. Digam de vossa justiça, eu sei que a altura não é das melhores, mas mesmo poucos devemos celebrar o dia.
Nacionalistas marquem presença neste grande encontro!
O PNR sempre se tem mostrado frontalmente oposto à “construção europeia” e, recentemente, ao famigerado "Tratado de Lisboa", o qual não passa do projecto da Constituição Europeia escondido, lamentavelmente, sob o nome da nossa capital.
Das três vezes que tal sinistro projecto foi submetido ao escrutínio popular, a resposta foi invariavelmente, Não! Foi assim em França e na Holanda, em 2005, e agora, recentemente na Irlanda: não, não e não!
Tais plebiscitos traduziram-se em vitórias históricas contra as manobras dos Euro-mundialistas de Bruxelas.
O povo irlandês foi desta feita, o porta-voz dos milhões de europeus que rejeitam a construção de uma "Europa" artificial, mundialista e que, ao serviço de interesses inconfessáveis rejeita a identidade, a soberania e a liberdade dos povos do nosso continente.
A vitória do Não, exprime a vontade de uma mudança radical no rumo da chamada “construção europeia”.
Somente uma Europa das Nações, assente na cooperação entre países soberanos, ligados por laços histórico-culturais, uma geografia e interesses comuns, poderá catapultar o nosso continente para uma posição cimeira a nível mundial.
O PNR manifesta assim o seu agradecimento ao povo irlandês bem como o apoio a todos aqueles que se souberem opor às pretensões nefastas dos “europeístas”, no qual incluímos o Presidente da Polónia. O PNR apela aos portugueses para que, encorajados pelo exemplo irlandês, lutem vigorosamente pela independência e identidade nacionais e rejeitem o totalitarismo da União Europeia.
Após perder 3-2 com a Alemanha, Portugal sai derrotado do Euro 2008. Era uma equipa com potencial para muito mais, mas quando a cabeça não se encontra em campo, não adianta andar lá a correr e a chutar a bola para o ar. Veremos agora como se sai no Mundial 2010.
Dia 5 de Julho [sábado] vai-se realizar na cidade de Braga, um convivio [lanche] nacionalista e uma acção de rua do PNR, que terá inicio por volta das 15h. Mais tarde vamos informar qual o ponto de encontro. Quem comparecer no lanche e por uma questão de marcação de lugares peço que com antecedência me avisem para o e-mail: vianatp@gmail.com É mais uma oportunidade de ajudarem o PNR a Norte, não a percam!
Portugal mais uma vez mostrou que este ano não está para Brincadeiras! Povo Sempre que possam, saiam ás ruas! vibrem com as vitórias e apoiem-nas! Embora com estrangeiros na Selecção é o nome de Portugal que se fala. Viva Portugal!
Hoje é dia de Portugal, das comunidades Portuguesas e é o dia que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões a 10 de junho de 1580. Cabe a cada Português festejar este dia da melhor maneira, com a sua familia, com os seus amigos, da melhor forma que entender, nem que seja com a satisfação que é Português, que o seu povo está marcado na história, com descobrimentos incriveis, vitórias e conquistas, inigualáveis! Concentremo-nos neste dia e que marque um novo Rumo e uma nova conquista para o Nacionalismo em Portugal com a manifestação do PNR em Lisboa.
Dentro de dias celebra-se o dia 10 de Junho. O Dia de Portugal, nossa Pátria. Sobre isto não há muito para dizer. As palavras tornam-se curtas e pobres. Pelo contrário, há muito para sentir.
Basta pensarmos que Portugal está à deriva, entregue a um punhado de políticos medíocres e sem escrúpulos, traidores, que desfigura a nossa Pátria, a suga, maltrata, desfaz, e como dizia Guerra Junqueiro, “Nem ouve os gritos que ela dá...”. Nada ouvem porque só pensam nos seus interesses pessoais ou de grupo.
Portugal é hoje um país moribundo, ameaçado, mutilado e sem esperança. Mas, perante tal verificação, um Nacionalista - ao contrário dos frios, calculistas e pragmáticos - são se resigna, desiste ou volta costas. Combate pela sua Pátria! Um Nacionalista não “faz contas” nem espera compensações. Luta por aquilo em que acredita!
O dia 10 de Junho, que já não faz sentido para o poder instituído nem para uma imensa multidão por ele narcotizada, é uma data a ser obrigatoriamente assinalada e valorizada pelos Nacionalistas. É o grande dia da sua Nação! Assim, não faz sentido um verdadeiro Nacionalista trocar uma acção (obrigatória!) de activismo público, em demonstração do seu Amor à Pátria por mais um dia de praia, de lazer ou de convívio social. Tal comportamento não o dignifica nem o diferencia em nada de tantos e tantos que, indiferentes, encolhem os ombros perante a Nação.
No dia 10 de Junho, Dia de Portugal, o PNR promove um desfile patriótico em Lisboa, entre o Camões e os Restauradores, para celebrar a nossa Pátria, para gritar a sua indignação e cerrar fileiras em defesa da Nação. Não podemos consentir, calados, em que os traidores continuem a desfigurar a nossa Mãe-Pátria. Não nós, que somos Nacionalistas e temos um amor sagrado por Portugal!
Assim, convido todos os Patriotas e Nacionalistas a virem desfilar com o PNR, em Honra a Portugal. Conto com a vossa presença, a Bem da Nação!
" Na arte de viver, o homem é ao mesmo tempo o artista e o objecto da sua arte, é o escultor e a mármore, o médico e o paciente." (Erich Fromm, Ética e Psicanálise)
No dia 10 de Junho, novamente, o PNR vai celebrar o Dia de Portugal, com uma manifestação em Lisboa. 16.00 horas Concentração no Largo de Camões. 16.30 horas Desfile até à Praça dos Restauradores. 17.30 horas Discursos (na Praça dos Restauradores).
Nesse dia, é um dever patriótico abdicar da praia ou de outro legítimo e normal programa familiar ou social para estar na rua a celebrar a nossa Nação.
Dia 24 de Maio, nacionalistas de Aveiro e do Porto encontraram-se para um almoço de convivio e debate de estratégias com vista num futuro de sucesso para o PNR.
Almoço que durou cerca de hora e meia/duas horas, seguido de tarde inteira de distribuição! Panfletos da Juventude Nacionalista e do PNR, foram distribuidos numa zona estratégica perto do Forúm de Aveiro e outros locais, até nos automóveis deixamos panfletos.
A divulgação do PNR é necessária! Convivios entre camaradas para fortalecer as acções e estabelecer métodos de divulgação do Partido, fortalecer as amizades e dar outro significado ao rumo Nacionalista!