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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Iniciação a Wagner

Título: Iniciação a Wagner
Autor: Ramón Bau
Páginas: 32
Formato: Caderno A5
Preço: 2€
Descrição: Tal como o título indica, esta obra inicia o leitor nas maneiras de ouvir e compreender a obra dramática de Richard Wagner, além da sua relação com os antigos mitos germânicos. Escrito por um profundo conhecedor do tema, membro da Associação Wagneriana de Barcelona, este é um texto imprescindível para todos aqueles que aspiram a serem Wagnerianos.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

DIÁRIO DO CÁRCERE

Título: Diário do Cárcere
Autor: Corneliu Zelea Codreanu
Páginas: 72
Formato: Livro 14x19.5 cm
Preço: 8€
Descrição: Páginas escritas pelo Capitão da Guarda de Ferro durante a sua estadia na Prisão de Jilava. Esta não é uma obra sobre política, é antes o manifesto de um Chefe que, sentido que o fim se aproximava, aceitou voluntariamente o martírio para que o seu exemplo conduzisse à redenção da sua amada Roménia.
Esta obra inclui também alguns textos de outros autores sobre Codreanu, incluindo o importantíssimo prefácio escrito por Alberto Ezcurra para a edição Argentina, imprescindível para a compreensão da vida e obra de Corneliu Zelea Codreanu.

sábado, 13 de novembro de 2010

Presente!




"Era ele com os pés na terra e os olhos no céu, uma mão na caneta e outra na espada, o porte nobre e fidalgo do poeta-guerreiro para quem a honra se chama fidelidade."



A TUA escolha!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Por uma Direita Moderna...


Título: Por uma Direita Moderna...

Autor: Rodrigo Emílio
Páginas: 48
Formato: Caderno A5
Preço: 2.5€
Descrição: "Uma tese polémico-doutrinária", escrita no inconfundível estilo de Rodrigo Emílio sobre a "sui generis direita a que o autor pertence", onde constrói a ponte entre o passado e a modernidade.
Não aconselhável a espíritos fracos ou a direitistas demasiado susceptíveis!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Livro é a Espada do Espirito!!!

Título: Nun'Álvares Guerreiro e Monge
Autor: Alfredo Pimenta, António Sardinha, Carlos Eduardo Soveral, João Ameal, Zuzarte Mendonça, Rodrigo Emílio, António Manuel Couto Viana
Páginas: 56
Formato: Caderno A5
Preço: 3€
Descrição: Antologia sobre o Condestável, com textos dos mais significativos Nacionalistas Portugueses do século XX, retirados de obras, hoje em dia, praticamente impossíveis de encontrar, inclui também uma importante conferência proferida por Carlos Eduardo Soveral em 1954 e nunca publicada até hoje, como apêndice estão incluídos dois poemas Condestabrianos de Rodrigo Emílio e António Manuel Couto Viana.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Um livro.

De António José de Brito.

http://www.vho.org/aaargh/fran/livres2/Brito.pdf

"A lenda negra antinazista"

basta seguir o link

cumprimentos

sábado, 13 de março de 2010

«O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os carácteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!»

Eça de Queirós, in As Farpas, Primeiro volume, Lisboa, 1871

Folhas Ultras!

Folhas Ultras As ideias da direita radical Folhas Ultras - As ideias da direita radical Portuguesa (1939-1950)

Riccardo Marchi

O nacionalismo em Portugal, difuso e coeso durante a consolidação do Estado Novo, é abalado pelo eclodir da Segunda Guerra Mundial e o seu desfecho. Apesar disso, há uma jovem geração que se radicaliza graças a Alfredo Pimenta, polémico intelectual que se solidariza com o fascismo e o nacional-socialismo, considerado um mestre para esta direita radical. O ponto de encontro desta área que se coloca ao lado dos derrotados é o semanário A Nação, dirigido por José O’Neill, ao qual se seguirá o quinzenário Mensagem, animado pelos jovens neofascistas da Universidade de Coimbra e dirigido por Caetano de Melo Beirão. Pela análise destas publicações e a influência e colaboração de Alfredo Pimenta, encontramos nestas «Páginas Ultras» a resposta à questão: quem que estava mais à direita do Estado Novo nos anos 40 e 50?

encomendas:

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010




Título:
Doutrina Nacional Revolucionária
Autor: Desconhecido
Páginas: 20
Formato: Caderno A5
Preço: 1.5€
Descrição: Pequena introdução aos fundamentos da concepção do mundo Nacional Revolucionária, não apenas como ideologia política, mas também como "um estilo de vida, uma forma de comportar-se, de pensar e agir".

sábado, 19 de dezembro de 2009

Império, Nação, Revolução

"Projecto da Tempo Presente"

" Só nós pensamos de maneira diferente. Nós, e só nós, acreditamos num Estado ético e defendemos o direito, o dever, a obrigação do Estado intervir em defesa da integridade espiritual da Nação. Nós, e só nós, acreditamos que cada nacional faz parte do Estado e deve participar na sua construção. Nós, e só nós, nos recusamos a ficar no café ou em casa, a comentar escandalizadamente o abuso, a invasão de materialismo e anti-nacionalismo; nos recusamos a deixar, muito liberais, que cada individuo ou cada família escolha o espectáculo bom ou o mau, tome cordiais ou venenos. Nós, e só nós, apelamos coerentemente para o Estado, chamamos a atenção do Estado, exigimos a intervenção do Estado, cumprimos, dentro do Estado, a nossa função de o defender e construir, mesmo com o risco de ferir certa formalista legalidade (formalista quer dizer: não reconduzida à sua inserção totalitária) e até de ser combatidos por ela."

Um pequeno texto que mostra o que se pode encontrar no livro.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Império, Nação, Revolução

Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes «vencidos» que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".»