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sexta-feira, 23 de abril de 2010

1 de Maio - Dia do Trabalho Nacional

Aproximando-se o dia 1 de Maio, novamente o PNR irá assinalar essa data que é para nós o "Dia do Trabalho Nacional".

Para o PNR, não há, neste momento, a menor razão para celebrações e festejos. Pelo contrário, será uma jornada de luto e silêncio.

Trabalho Nacional? Mas qual trabalho? Não se pode falar em trabalho quando o desemprego e as falências são a triste realidade num país que consome muito mais do que produz.

Ao invés de se incentivar a produção nacional e a vitalidade económica, cada vez mais se implementam políticas de dependência externa e de interesses que não são nacionais.

Portugal está à beira da bancarrota e com uma dívida externa galopante que já ultrapassa o nosso PIB. Desprotegem-se os trabalhadores nacionais, as empresas nacionais, as famílias portuguesas e gera-se a crescente desigualdade e injustiça social. O que falta em segurança e estabilidade para os trabalhadores e suas famílias, sobra em corrupção e pouca-vergonha do saque a que estamos sujeitos por esta classe política sem escrúpulos nem princípios.
O PNR promove assim, uma acção de protesto, silenciosa e de luto, em frente ao Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (Praça de Londres, Lisboa), pelas 11 horas de sábado, dia 1 de Maio.

Contamos com a vossa presença!

Vestidos de luto, Luto Nacional !!
Seguir-se-á um almoço e debate, subordinado ao tema "Portugal Sem Trabalho Nacional - Caminhos e soluções", aberto a militantes e simpatizantes.
Mais informações por mail ou pelo telefone 96 437 82 25.

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PNR Coimbra

domingo, 28 de março de 2010

Almoço Nacionalista - Cantanhede


Realizou-se um almoço-convívio, em Cantanhede, no passado dia 21 de Março, para militantes e apoiantes do PNR.
Esta actividade, que juntou mais de 30 participantes, na maioria da zona centro do país, contou ainda com presença do Dirigente da Zona-Centro do PNR, Vítor Ramalho, bem como da Secretária-Geral, Alexandra Ginja e do Presidente do Partido, José Pinto-Coelho.
Durante toda a tarde realizou-se uma interessante sessão de esclarecimento e debate de ideias, na qual foram apresentadas sugestões e colocadas questões aos dirigentes, tento tido os aspectos organizacionais e de acção política, especial preponderância.


sábado, 20 de março de 2010

PNR


Amanha irá ocorrer um almoço Nacionalista em Cantanhede, tenho pena de não ter conseguido publicar isto mais cedo, mesmo assim deixo aqui o cartaz do almoço.
Bom convivio!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Imigração, crime e as soluções do PNR


As recentes notícias do “Correio da Manhã” e “Diário de Notícias”, que têm por base fontes e declarações da Polícia Judiciária de Lisboa e do Porto, dão razão ao PNR que sempre tem vindo a afirmar que “a criminalidade crescente está directamente relacionada com a imigração”. De acordo com o estudo revelado pelo CM, tendo por base a PJ de Lisboa, 41% dos homicidas são estrangeiros, sendo que estes, segundo a mesma fonte constituem uma percentagem de 7% da população, pelo que facilmente se verifica a forte propensão para o crime no seio dos imigrantes, que leva o PNR a afirmar que a imigração traz um aumento da criminalidade. Dos restantes 59%, apontados como sendo portugueses, o PNR lembra que estes são na sua maioria filhos de imigrantes aos quais já foi atribuída a nacionalidade portuguesa. Dessa forma, a afirmação de que 59% por cento dos homicidas são portugueses é uma falácia, uma vez que por um lado são fruto directo da imigração e por outro lado, para o PNR, estes não são nem nunca serão portugueses de facto. Também, de acordo com o DN, o director nacional adjunto da Polícia Judiciária do Porto, Batista Romão, afirma que a criminalidade violenta está a aumentar e a diversificar-se. Tais afirmações, de novo, dão razão ao PNR, e na verdade não constituem novidade para as pessoas em geral, senão para o MAI que sistematicamente desvaloriza tal flagelo. José Pinto-Coelho, nunca tem hesitado em afirmar “que o povo português está a ser vítima, na sua própria casa, da criminalidade trazida por uma imigração que nos invade e desrespeita”.

Assim, para o PNR, é urgente:

> alterar a Lei da Nacionalidade, consagrando o “Jus Sanguinis” como critério único;
> reverter os fluxos migratórios, repatriando os ilegais, marginais e subsídio-dependentes;
> apoiar as polícias, dando-lhes autoridade, meios para agir, equipamento e preparação, dignificando a sua carreira de risco e desgaste;
> reduzir a inimputabilidade penal para os 14 anos;> julgar os crimes com rapidez;
> garantir o efectivo cumprimento das penas. Para o PNR, a imigração, não só não é benéfica, de acordo com o que diz a propaganda oficial, como além disso é muito prejudicial a Portugal.

Comissão Política Nacional 24 de Fevereiro de 2009

fonte: www.pnr.pt

Contacto: aveiro.pnr@gmail.com